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Prótese de mama

Também conhecida como mamoplastia de aumento, a cirurgia de aumento de mama se dá por meio da implantação de próteses de silicone para dar volume aos seios ou restaurar o volume mamário perdido após perda de peso ou gravidez. Também é comum após a mastectomia total ou parcial. O aumento do tamanho e projeção dos seios contribui para melhorar o equilíbrio de seu corpo, a autoestima e a autoconfiança. Vale lembrar que hoje são várias as opções de tamanho e formato da prótese, mas é importante manter as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax de cada paciente, assegurando uma maior harmonia estética.

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Principais dúvidas

A cirurgia para implante de próteses de mama permite que as cicatrizes fiquem bastante disfarçadas, mas é importante lembrar que o processo de cicatrização passa por várias fases:

A- PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia após a cirurgia. Nele, a cicatriz tem aspecto pouco visível. Em alguns casos há uma discreta reação aos pontos ou ao curativo.

B- PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 12º mês após a cirurgia. Neste período há o espessamento natural da cicatriz, bem como inicia-se uma mudança de cor da mesma, passando para mais escuro (do vermelho para o marrom). Depois ela começa a clarear. Este período, o menos favorável da evolução cicatricial, é o que mais preocupa as pacientes.

C- PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao 18º mês. Neste período, a cicatriz fica mais clara e menos consistente, chegando, assim, ao seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia, no tocante à cicatriz, deverá ser feita após este período.

As mamas terão seu volume aumentado através da cirurgia, melhorando sua consistência e forma com a intervenção cirúrgica. É importante, no entanto, entender os períodos evolutivos pós-cirúrgicos e lembrar que o resultado definitivo só será visto no período que vai do 3º mês após a cirurgia até o 18º mês.

A- PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia. Neste período, apesar das mamas se apresentarem com aspecto bastante melhorado, sua forma e volume ainda estão aquém do resultado planejado.

B- PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 3º mês. Neste período, a mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva. São características deste período um maior ou menor grau de ''inchaço'' das mamas.

C- PERÍODO TARDIO: Vai do 3º até o 18º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume e sensibilidade). Vale lembrar que tem grande importância no resultado final o grau de elasticidade da pele das mamas, bem como o volume da prótese introduzida.

O seu ginecologista poderá lhe orientar melhor sobre a conveniência ou não de nova gravidez.
Quanto ao resultado, poderá ser preservado, desde que aquele especialista controle seu aumento de peso na nova gestação. Geralmente a nova gravidez não interfere no resultado, já que a cirurgia, na maioria das vezes, é realizada ''fora do tecido mamário''. Pelo mesmo motivo, não interferirá na nova amamentação.
Normalmente usamos anestesia local e sedação.
Geralmente são utilizados pontos que são retirados entre o 8º o 14º dia pós-operatório.
Utilizamos um curativo fechado que não poderá ser molhado por 7 dias. Neste período, o restante do corpo poderá ser molhado, observando apenas cuidados que lhe serão informados após a intervenção.
Depende do tipo de exercício. Atividades que mexem os membros inferiores poderão ser reiniciados entre 10 a 15 dias, evitando-se exercícios de alto impacto. Os exercícios que envolvem o tórax geralmente podem ser retomados em um prazo de 30 a 45 dias.
É uma retração exagerada da cápsula fibrosa normal (que se forma em torno da prótese), que determina certo grau de endurecimento à região, quando palpada. Alguns casos estão sujeitos à tal retração. Se isto ocorrer, as próteses podem e devem ser retiradas, através das mesmas cicatrizes.

Quando houver necessidade de retirada das próteses, cirurgião e paciente poderão, depois, conversar sobre a conveniência ou não da reintrodução de outras próteses, um diferente plano de introdução ou outra conduta que melhor se adapte ao caso. Vale destacar que a retração da cápsula reflete apenas um comportamento reacional atípico do organismo das pacientes, devido à presença das próteses de silicone, e não imperícia do cirurgião.